quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional realiza debate sobre inovação e propriedade intelectual

O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), junto ao Núcleo de Inovação do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), realiza debate sobre Inovação, Propriedade Intelectual e Desenvolvimento Regional. A discussão acontece na segunda-feira (25), às 14h30, e será transmitida pelo canal Rede UEPB no YouTube.

O evento dará início ao Ciclo de Debates articulado pelo Núcleo de Inovação, por meio do “Projeto de Pesquisa Gestão da Inovação Tecnológica: construindo as bases para o empreendedorismo científico no INSA”. A ideia é promover debates sobre ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento regional envolvendo diversas instituições de pesquisa do Brasil e do exterior e assim ampliar as parcerias em prol do Semiárido brasileiro.

Participarão do debate: Andrea Carla de Azevêdo, pesquisadora bolsista do INSA e pós-doutoranda da TecMinho, Universidade do Minho (UMINHO), Portugal; Helder Filipe da Cunha Soutinho, diretor da TecMinho – UMINHO; João Ademar de Andrade Lima, pesquisador bolsista do INSA; professor Antonio Filgueira Galvão, ex-analista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e ex-diretor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos – DF (CGEE); Rogério Leandro Lima da Silveira, professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Santa Cruz do Sul (RS).

Texto: Juliana Rosas/Ascom UEPB

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Professor de Direito da Unifacisa lança projeto onde ensina sobre Propriedade Intelectual através do Cordel


Propriedade Intelectual é o conceito relacionado com a proteção legal e reconhecimento de autoria de obra de produção intelectual como invenções, patentes, marcas, desenhos industriais e criações artísticas, que garante ao autor o direito, por um determinado período, de explorar economicamente sua própria criação.

O professor do curso de direito da Unifacisa, João Ademar, lançou um novo projeto onde ensina conceitos da Propriedade Intelectual, sua principal área de atuação acadêmica, no formato de cordel, com o intuito de levar o tema para um público mais abrangente, através de uma linguagem mais leve e informal.

“Desde sempre, já quando eu me vi envolvido com a Propriedade Intelectual, minha principal área de atuação acadêmica, diria minha ‘paixão acadêmica’, eu busquei meios de me comunicar e passar adiante os construtos relacionados ao tema. Foi assim com meus livros, sempre focados para nichos específicos, onde abordei o tema para Designers, Gestores e Músicos. O Cordel surgiu com a mesma intenção: levar o tema para mais gente, nesse caso sem necessariamente um nicho específico, com uma linguagem bem menos formal. A poesia foi então o meio”, comentou o professor.

A escolha pelo formato de cordel vai além da linguagem mais acessível, foi uma oportunidade que o professor encontrou para declamar o seu amor pelo tema e também pela cultura nordestina.

“Como eu disse, a ideia foi a informalidade, mas, mais que isso, eu queria demonstrar também a paixão que tenho pelo tema. Ao fazer o cordel, a ‘Propriedade Intelectual em Cordel’, é como se eu também estivesse declamando meu amor por essa área do Direito tão nobre, tão importante e tão fascinante. A Literatura de Cordel traz consigo também essa representatividade; além de nossa – e eu fiz questão de afirmar essa condição, como nordestino, filho do Rio Grande do Norte adotado pela Paraíba –, ela é do mundo; a poesia é do mundo! não tem como não se tocar”, explicou.

Além disso, o professor também ressaltou a importância de se trabalhar com novas linguagens e metodologias para o aprendizado tanto do aluno quanto do próprio docente em relação a qualquer conteúdo.

“Nós precisamos, sem pudor ou temor, sepultar a pecha do ‘detentor do conhecimento’; isso é tão tolo, anacrônico, mais afasta-nos de nossa missão do que nós poderíamos imaginar. A gente precisa ser o veículo, na maioria das vezes o condutor dele, mas também passageiro, o sujeito que tanto ajuda na apreensão como também aprende junto. Matar o status quo é preciso, o dinamismo do mundo nos exige isso até por nós mesmos! Quando a gente traz novas metodologias para a prática, a gente se vê leve, mais criativo, mais próximo dos alunos, mais preocupado de fato com a qualidade. Essa multiplicidade de habilidades, reflexo positivo é óbvio de toda uma flexibilização produtiva do trabalho docente, que nos coloca numa nova posição, muito mais proativa e, por consequência, prazerosa”, concluiu.

Fonte: Ascom Unifacisa

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Professor do curso de Direito da Unifacisa publica livro sobre Direito Penal Digital


O professor do curso de Direito da Unifacisa, Marcelo Lara, publicou o livro ‘Discussões sobre direito penal digital na contemporaneidade’, disponível para todo o Brasil. O livro é uma coletânea de artigos científicos derivados dos debates travados no âmbito do grupo de pesquisa “Direito penal, panpenalismo e delinquência no campo imaterial”, instalado no Curso de Direito da Unifacisa e vinculado ao Grupo de Estudo em Sociologia da Propriedade Intelectual – GESPI –, via DGP/CNPq. 

O grupo se reuniu sob o objetivo de promover discussões sobre a tendência expansionista do Direito Penal na atualidade, tendo como pressuposto científico o fenômeno do panpenalismo, e como objeto material de estudo a infiltração do direito penal nos novos modelos de interrelação humana trazidos por inovações tecnológicas derivadas da quarta e quinta revoluções industriais.

“A obra propõe discussões sobre a interação cada vez mais dinâmica entre o direito penal e a realidade social, de forma a amadurecer visões críticas a respeito da eficiência deste modelo interacional, bem como proporcionar à comunidade acadêmica referenciais para debates mais aprofundados sobre o tema”, comentou o professor. 

Dentre  alguns dos autores dos artigos da coletânea estão três alunos do curso de direito da Unifacisa: Genival Ray de Oliveira Araújo, Sarah Lima Rodrigues e Wanessa Medeiros Lima Vilar. O professor João Ademar de Andrade Lima, coordenador do GESPI, também contribuiu com o livro, escrevendo o prefácio da obra.

O livro está disponível para venda no site da editora dialética, na versão física. Em breve será, também, disponibilizado em e-book nos principais marketplaces virtuais do país.

Fonte: Ascom Unifacisa

sábado, 8 de maio de 2021

Professor de Direito da Unifacisa ministra palestra na International Cyberlaw Conference


Nos dias 14 e 15 de maio, o Portal Juristas e Digital Law Academy realizam a International Cyberlaw Conference 2021. O evento reúne em ambiente virtual pesquisadores, técnicos e profissionais de diversos segmentos do campo jurídico para discutir temas relacionados ao Direito, Tecnologia e Proteção de Dados.

O professor de Direito da Unifacisa, João Ademar, irá ministrar uma palestra no dia 14, com o tema “Direitos Autorais e Recursos Educacionais Abertos”, que irá convergir tanto questões jurídicas como novas perspectivas do entorno do Educação Unifacisa.
A consultoria inglesa Technology Connected, em relatório recente, estimou em 30% o incremento no uso de automação, robótica e Inteligência Artificial pelas corporações desde março de 2020. Compreender como essas tecnologias funcionam e o impacto das legislações nesse universo é necessário para que profissionais das mais diversas áreas possam modelar, de maneira positiva, o futuro do ecossistema digital na chamada sociedade da informação.
Internet das Coisas (IoT), Internet de Todas as Coisas (IoE), computação ubíqua, entre outros termos desse horizonte tecnológico, dizem respeito à atual hiperconectividade existente entre seres humanos e máquinas. A adoção da tecnologia 5G, recentemente lançada e que em breve se tornará o padrão de comunicação ao redor do globo, alavanca novas possibilidades nesse cenário e serve de base para a criação de novos produtos e serviços, assim como novas startups.

As palestras, painéis e mesas redondas acontecem em formato on-line. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas na plataforma Sympla. Mais informações podem ser acessadas no hotsite do Cyberlaw. 

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