Professor de Direito da Unifacisa lança projeto onde ensina sobre Propriedade Intelectual através do Cordel


Propriedade Intelectual é o conceito relacionado com a proteção legal e reconhecimento de autoria de obra de produção intelectual como invenções, patentes, marcas, desenhos industriais e criações artísticas, que garante ao autor o direito, por um determinado período, de explorar economicamente sua própria criação.

O professor do curso de direito da Unifacisa, João Ademar, lançou um novo projeto onde ensina conceitos da Propriedade Intelectual, sua principal área de atuação acadêmica, no formato de cordel, com o intuito de levar o tema para um público mais abrangente, através de uma linguagem mais leve e informal.

“Desde sempre, já quando eu me vi envolvido com a Propriedade Intelectual, minha principal área de atuação acadêmica, diria minha ‘paixão acadêmica’, eu busquei meios de me comunicar e passar adiante os construtos relacionados ao tema. Foi assim com meus livros, sempre focados para nichos específicos, onde abordei o tema para Designers, Gestores e Músicos. O Cordel surgiu com a mesma intenção: levar o tema para mais gente, nesse caso sem necessariamente um nicho específico, com uma linguagem bem menos formal. A poesia foi então o meio”, comentou o professor.

A escolha pelo formato de cordel vai além da linguagem mais acessível, foi uma oportunidade que o professor encontrou para declamar o seu amor pelo tema e também pela cultura nordestina.

“Como eu disse, a ideia foi a informalidade, mas, mais que isso, eu queria demonstrar também a paixão que tenho pelo tema. Ao fazer o cordel, a ‘Propriedade Intelectual em Cordel’, é como se eu também estivesse declamando meu amor por essa área do Direito tão nobre, tão importante e tão fascinante. A Literatura de Cordel traz consigo também essa representatividade; além de nossa – e eu fiz questão de afirmar essa condição, como nordestino, filho do Rio Grande do Norte adotado pela Paraíba –, ela é do mundo; a poesia é do mundo! não tem como não se tocar”, explicou.

Além disso, o professor também ressaltou a importância de se trabalhar com novas linguagens e metodologias para o aprendizado tanto do aluno quanto do próprio docente em relação a qualquer conteúdo.

“Nós precisamos, sem pudor ou temor, sepultar a pecha do ‘detentor do conhecimento’; isso é tão tolo, anacrônico, mais afasta-nos de nossa missão do que nós poderíamos imaginar. A gente precisa ser o veículo, na maioria das vezes o condutor dele, mas também passageiro, o sujeito que tanto ajuda na apreensão como também aprende junto. Matar o status quo é preciso, o dinamismo do mundo nos exige isso até por nós mesmos! Quando a gente traz novas metodologias para a prática, a gente se vê leve, mais criativo, mais próximo dos alunos, mais preocupado de fato com a qualidade. Essa multiplicidade de habilidades, reflexo positivo é óbvio de toda uma flexibilização produtiva do trabalho docente, que nos coloca numa nova posição, muito mais proativa e, por consequência, prazerosa”, concluiu.

Fonte: Ascom Unifacisa

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