terça-feira, 31 de março de 2015

Nota sobre livro "Interseções entre política, mídia e tecnologias"


O professor João Ademar de Andrade, dos cursos de Direito, Sistemas de Informação e Jogos Digitais da Facisa, publicou ao lado dos ex-alunos de Direito, Geraldo Magela Tenório Filho, Salomé Margot Ferreira e Luíza Gabriela Freire, um capítulo no livro "Interseções entre política, mídia e tecnologias: novos dizeres, novos fazeres", lançado esta semana pela EDUFCG, editora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Este é o segundo de três capítulos escritos pelo professor João Ademar em parceria com os egressos, a abordar algumas das questões contemporâneas sobre as novas práticas educativas alusivas ao chamado Direito Autoral. No primeiro, publicado em julho passado, pela Editora Andavira, de Santiago de Compostela, com circulação apenas entre Portugal e Espanha, os autores trouxeram os novos construtos éticos e jurídicos para embasar os chamados Recursos Educacionais Abertos.
Neste segundo por sua vez, abordou-se a liberdade, o compartilhamento e a colaboração como bases ideológicas para uma educação dita "2.0". Já no próximo, a ser editado pela EDUEPB, editora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), a abordagem versará sobre as novas práticas colaborativas para um "velho" status quo jusautoral/educacional; ademais, contará esse próximo com um quarto texto, intitulado "Colaboração e inovação para novas rotas de aprendizagem", com a coautoria da professora do curso de Sistemas de Informação, Isabel Dillmann Nunes.
Para o professor João Ademar, trata-se do fechamento extremamente exitoso de mais um ciclo de pesquisas envolvendo jovens estudantes motivados e experiências multidisciplinares; perspectivas que o docente vem procurando desenvolver, sobretudo com a inclusão de alunos em grupos de pesquisa do qual é parte.
"É claro que estou feliz por mais esta publicação, mas digo: na minha labuta diária de professor, qualquer resultado bom tido como individual é diminuto, realmente insignificante, quando da possibilidade de, acima dele, se fazer o crescer dos nossos alunos. A esse pequeno contributo, eu tenho, sim, o maior orgulho", comentou o professor.

Fonte: Ascom CESED, por Fernanda Moura

sexta-feira, 20 de março de 2015

Informes sobre o GESPI


Professores e alunos do curso de Direito da Facisa, juntamente com pesquisadores da UFCG, UEPB e Fundação Pedro Américo, vêm participando do desenvolvimento do Grupo de Estudos em Sociologia da Propriedade Intelectual (GESPI), cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq e certificado pela UFCG.
O GESPI, que tem eixos teóricos delineados de forma multidisciplinar, promove debates sobre o papel dos direitos de proteção autoral e industrial na sociedade moderna, especialmente diante das novas possibilidades interpretativas surgidas às leis, sobretudo em razão das mudanças políticas e econômicas da expansão das Tecnologias de Informação e Comunicação.
Propõe, também, repensar os conceitos de apropriação das criações coletivas, em face das manifestações econômico-culturais tradicionais, como o artesanato, arte de rua ou a literatura de cordel, assim como alcançar as circunstâncias desenvolvimentistas relacionadas a um eficaz modelo de gestão da propriedade intelectual em nível regional.
O GESPI conta, ainda, com a iniciativa, via prefixo editorial próprio, de editar/publicar os resultados das pesquisas realizadas dentro do âmbito de suas linhas. Em abril deste ano, serão lançadas as três primeira obras, de três ex-alunos do curso de Direito da Facisa. Uma abordando a chamada produção colaborativa, uma sobre os Recursos Educacionais Abertos (REA), e outra sobre a problemática das biografias não autorizadas.
Segundo o professor João Ademar de Andrade Lima, idealizador e líder do grupo, a Facisa teve participação essencial no processo de construção do projeto. "Embora baseado na UFCG, com participação ativa de professores de lá, foi a partir da minha vivência na Facisa, onde leciono há quase 12 anos, que a base filosófica do grupo ganhou corpo".
Ainda de acordo com o docente, o curso de Direito da Facisa é a única graduação local que oferece, de forma obrigatória, a disciplina Direito de Propriedade Intelectual, o que o qualifica como a melhor base acadêmica para empreitadas como esta. "Não por acaso, os ganhos que a nossa instituição estão tento e hão de lograr, saltam os olhos. Os primeiros livros com o selo do GESPI, por exemplo, são de ex-alunos da nossa faculdade", completou.
Para o aluno do 9º período de Direito da Facisa, Anderson Lucas Ferreira Barbosa, participar do GEPSI é muito gratificante. "Pude acompanhar, desde a semente de sua criação em sala de aula aos bons frutos que nossa pesquisa está começando a dar atualmente, principalmente através desse grande passo que é a sua certificação oficial, com prefixo editorial próprio", disse.
"É por isso que entendo que o GESPI tem muito ainda a crescer, desenvolvendo seu "papel social na pesquisa desse importante ramo jurídico/empresarial/social chamado Propriedade Intelectual!", finalizou o estudante.
Várias são as linhas de pesquisa estudadas. As discussões vão desde a biotecnologia às 
ciências penais, da educação aberta ao desenvolvimento regional.

Acesse e confira: www.gespi.org

Fonte: Ascom CESED, por Jerfferson Medeiros

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